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It’s the End of the Gene As We Know It - Issue 68: Context

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We’ve all seen the stark headlines: “Being Rich and Successful Is in Your DNA” (Guardian, July 12); “A New Genetic Test Could Help Determine Children’s Success” (Newsweek, July 10); “Our Fortunetelling Genes” make us (Wall Street Journal, Nov. 16); and so on.

The problem is, many of these headlines are not discussing real genes at all, but a crude statistical model of them, involving dozens of unlikely assumptions. Now, slowly but surely, that whole conceptual model of the gene is being challenged.

We have reached peak gene, and passed it.

It is, of course, an impressive story. Today, most people know about Gregor Mendel’s breeding experiments with pea plants in the 1850s. He concentrated on simple traits with well-defined, easy to count variations: purple or white flowers; long or short stems; smooth or wrinkled seeds; and so on. After cross-fertilization the patterns of variation in offspring suggested correlations with variation in single “heredity units.”

Mendel’s inherited factors—hitherto imputed, but unidentified—are what came to be called the genes. In the early 1900s, it was tempting to equate them with the information and instructions for the comprehensive development of the whole offspring, mental and physical.

In a famous paper in 1911, Wilhelm…
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OliVeira
1 day ago
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O chanceler quer apagar a história do Brasil

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“Vamos ler menos The New York Times, e mais José de Alencar e Gonçalves Dias”, afirmou o chanceler do bolsonarismo, Ernesto Araújo, em seu discurso de posse. Por quê?

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OliVeira
1 day ago
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The marvel of the human dad

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Among our close animal relatives, only humans have involved and empathic fathers. Why did evolution favour the devoted dad?

By Anna Machin

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OliVeira
1 day ago
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Economics as a moral tale

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The development sector set out to summon the magic of capitalism from the ashes of communism. How is it going?

By John Rapley

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OliVeira
2 days ago
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Ministra, o trabalho escravo não se importa se crianças vestem azul ou rosa

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Jovens de 13 e 14 anos resgatados pelo governo federal em uma fazenda de gado no Pará. Foto: Leonardo Sakamoto

A nova ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alves afirmou que foi inaugurada uma “nova era” no Brasil, na qual “menino veste azul e menina veste rosa“, em vídeo que circula nas redes sociais. Ela, que havia defendido uma “contrarrevolucão cultural” nas escolas, disse, em seu discurso de posse, nesta quarta (2), que “acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil”. Para ela, “menina será princesa e menino será príncipe”.

É cansativo a esta altura do século 21 estarmos discutindo cores de roupas e tipos de brinquedos relacionados a um gênero. Crianças devem brincar e se vestirem como quiserem. Questionada diante da repercussão da declaração, a ministra explicou à reportagem do jornal O Estado de S.Paulo que isso era uma “metáfora”.

“Fiz uma metáfora contra a ideologia de gênero, mas meninos e meninas podem vestir azul, rosa, colorido, enfim, da forma que se sentirem melhores.”

Erra de figura de linguagem, portanto. A que caberia aqui não seria uma metáfora, mas um paradoxo. Pois ao reforçar a existência de cores pré-determinadas de roupas para meninos e meninas, ela está defendendo o contrário, ou seja, a existência de uma ideologia – a sua, no caso – dizendo o que cada gênero deva vestir.

“Ideologia de gênero” é martelada cotidianamente em nossas cabeças para que acreditemos que homens valem mais do que mulheres, naturalizando formas de violência. O que é chamado pela extrema direita de “ideologia de gênero” é, justamente, o questionamento dessa ideologia de gênero.

Essa ideologia contemporiza quando a mulher é transformada em objeto de prazer para ser violentado dentro da própria casa e alvo de ejaculação em trens e ônibus; chama o assédio sexual e o desrespeito de “simples elogio” ou “brincadeira”; declara o corpo delas é propriedade masculina, tentando proibir até abortos em caso de estupro; faz com que elas se sintam culpadas pela violência que sistematicamente sofrem; torna o disparate tão normal a ponto de nunca ser preciso pedir desculpas, mas, pelo contrário, faz com que esperemos delas a desculpa pela nossa agressão. Diz o que um menino e uma menina precisam vestir, como devem brincar e o que podem ou não ser quando crescerem. Pois impõe que tarefas domésticas e o cuidado com os filhos são coisas de mulher e a arena da política, assunto de homem.

A ministra deveria se preocupar não como cada criança se veste ou brinca, mas quando ela é vítima de violência física, psicológica e institucional. Ou quando é obrigada a trabalhar.

Cerqueiros perfuravam o chão, plantando mourões e passando arame por quilômetros a fio sob o sol forte da Amazônia paraense. O serviço era pesado: dependendo do relevo, a cabeça ardia por dias até que se completasse um quilômetro de cerca. O pequeno açude, turvo e sujo, servia para matar a sede, cozinhar e tomar banho. Um perigo, pois a pele ficava impregnada com o veneno borrifado para tratar o pasto. Dessa forma, a terra ia se dividindo – não entre os cerqueiros, que continuarão sonhando com o dia em que plantarão para si, mas em grandes pastos para os bois. Dentre os trabalhadores, olhos claros e pele queimada, Jonas, de 14 anos.

Analfabeto, me contou que morava em uma favela no município com a família adotiva e ia ao campo para ganhar dinheiro. Trabalhava desde os 12 para poder comprar suas roupas, calçados, fortificantes e remédios – até então, já tinha pego uma dengue e cinco malárias. Com o que ganhava no serviço, também pagava sorvetes e lanches para ele e seus amigos. E só. Segundo Jonas, a adolescência não era tão divertida assim: “brincadeira lá é muito pouca.”

Seu padrasto era um dos “gatos” da fazenda. A mãe, uma profissional do sexo que engravidou de um viajante francês. Gato é como são chamados os contratadores de serviços, que arregimentam pessoas e fazem a ponte entre o empregador e os peões. Porém, isso não lhe garantiu nenhum tratamento especial: teve que descontar do salário a bota que usava para trabalhar. Perguntei para o padrasto se isso era justo. Ele, de pronto, me respondeu que não considerava a venda do calçado para o próprio filho errado e justificou: “como vou sustentar a minha mulher?”

O alojamento que Jonas dividia com os outros era feito de algumas toras fincadas no chão, um pouco de palha e uma lona cobrindo tudo. O sol transformava a casa improvisada em forno, encurtando, assim, a hora do almoço. Redes faziam o papel de camas, penduradas aqui e ali para embalar, entre um dia e outro de trabalho, os sonhos das pessoas.

O de Jonas, como vários outros rapazes da sua idade, era ser jogador de futebol. Presença garantida nos times dos mais velhos, participava de jogos e campeonatos quando eles aconteciam. Queria ser profissional, mas apesar de gostar dos times do Rio de Janeiro e de São Paulo, preferia ficar lá mesmo no Pará – quem sabe, algum dia, vestindo as camisas do Paysandu ou do Remo. Por nunca ter ganho na vida um presente de aniversário, não esperava nada naquele ano. Mas disse que pediria uma bola – se pudesse.

Acompanhei várias operações do governo federal para resgatar trabalhadores da escravidão nestes últimos 18 anos, a maior parte delas na Amazônia. Também acompanhei ações para combater o trabalho infantil. Encontrei vários “Jonas”, que também queriam ser jogadores de futebol. Talvez porque gostassem do esporte como nós. Ou talvez porque viam nele a possibilidade de se verem livres daquela vida, com a bola carregando-os para bem longe, longe o bastante para nunca mais voltar.

Conversei com crianças escravas fazendo tapetes no Paquistão, ex-soldados infantis escravizados na África, jovens que trabalharam como servas domésticas no Haiti ou que foram forçadas ao sexo comercial na Europa. No Pará, bordeis com “puta com idade de vaca velha”, como diziam os seus frequentadores. Ou seja, de 12 anos. Enquanto isso, em um posto de combustível, entre o Maranhão e o Tocantins, meninas franzinas usavam sua voz de criança para oferecer programas e por muito pouco deixavam a inocência do lado de fora da boleia do caminhão. Aqui e ali, acompanhei libertações de escravos em fazendas de gado com a presença, ainda que minoritária, de crianças e adolescentes.

Por isso, sou obrigado a discordar da ministra Damares Alves. O Brasil só entrará em uma “nova era” quando nenhuma criança e adolescente forem molestados pelo que vestem e como brincam. E quando mais nenhum deles for obrigado a trabalhar em nome da sobrevivência da família ou do desenvolvimento econômico do país.

O combate ao trabalho escravo bem como a proteção da dignidade de crianças e adolescente avançaram muito desde a redemocratização, mas há muito ainda a fazer. Considerando que sua pasta é responsável pela articulação de ambos os temas em nível federal, creio que a ministra tem um longo caminho antes de poder celebrar qualquer coisa.

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OliVeira
9 days ago
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The Case for More Science and Philosophy Books for Children - Facts So Romantic

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If we, as a society, were serious about our children, then children’s education—especially for those beginning “the age of reason”—would be our highest priority.Photograph by Sharon Mollerus / Flickr

During my career as a scientist and a philosopher I have written and edited, thus far, 14 books. Of these, seven are for the general public. Of those, only one (my very first one, as it turns out) was for children. The same picture emerges if one looks at the lifetime production of major science (and philosophy) popularizers, from Richard Dawkins to Stephen Jay Gould in biology, Brian Greene to Janna Levin in physics, Nigel Warburton to Rebecca Newberger Goldstein in philosophy.

You might think aiming at a youthful demographic would be more appealing. Those early years, when curiosity runs high, are intellectually formative—it’s when we, my fellow educators, can hook young minds onto what philosophers call the scientific “image” of the world. Voltaire mischievously attributed to the founder of the Society of Jesus, Ignatius of Loyola, the saying, “Give me the child for the first seven years and I will give you the man.” Voltaire was probably worried about the Church brainwashing the next generation (“Écrasez l’Infâme!”—“crush the…
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OliVeira
9 days ago
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